Arquivo janeiro, 2010
Encaracolados, ondulados ou frisados: o look da estação

Cabelos naturalmente ondulados e cacheados são o “must” do verão. Até porque, nesses dias suuuuuuper quentes, nem combina sair por aí com os cabelos lisérrimos. Não há chapinha que não derreta!
Mas vale lembrar que, muito além da moda, o importante é se sentir bem com o seu próprio look. Na TV, as variações de cachos fazem a cabeça das atrizes: o encaracolado super-hidratado de Taís Araújo, as leves ondulações de Giovanna Antonelli ou, até mesmo, o frisado de Flávia Alessandra.

No mercado, o que não falta é produto para deixar os fios sempre lindos. Mas há truquezinhos caseiros, simples e imprescindíveis, que dão conta do recado. A técnica nacional da Biotropic Cosmética, Leidimar Maria Braga, conhecida no mercado há mais de 20 anos como Leidy Hair, dá dicas para conservar a beleza dos cacheados:
SUGESTÃO DE PRODUTOS- L’oreal Série Expert Professionnel
- Prancha/Chapinha Babyliss®pro
- Kit Loreal Profissional Abs Repair Cauterização
1 – Utilize diariamente cremes para pentear ou umidificadores de cachos;
2 – Use pentes de madeira com dentes largos para domar os fios;
3 – Modele os fios com as mãos, para manter os cachinhos naturais;
4 – Lave a cabeça em dias alternados;
5 – Não prenda os cabelos quando ainda estiverem molhados.

Leidy, que é cabeleireira master formada pelo Senac do Espírito Santo e técnica internacional pela Academia Hair Scholl, de São Paulo, lembra ainda que, ao utilizar os finalizadores ou cremes para pentear, não se deve aplicar o produto no couro cabeludo: “A aplicação dos cremes deve ser feita do comprimento até as pontas. E numa estação quente, como verão, o ideal é hidratar os fios cacheados duas vezes por semana, tomando o cuidado de lavar os cabelos com um xampu antiresíduos pelo menos uma vez na semana e, de preferência, antes da hidratação, pois dessa forma os ativos presentes na fórmula atuam melhor na fibra capilar”, explica.
fonte: Jornal Extra
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Aprenda a Fazer Nós de Gravatas
Não basta uma bela camisa ou uma bela gravata. O nó também é importante, e deve criar harmonia com o colarinho, proporcionando estética e conforto. Pensando nisso escolhemos os nós mais famosos e damos as dicas de como fazê-los.

Windsor (Nó Inglês)
Foi inventado por Eduardo VIII, o duque de Windsor. Bastante cheio, fica melhor com colarinhos largos.

Half-Windson (Nó Francês)
Ideal para criar volume em gravatas finas, é conservador e combina com qualquer camisa.

Four in Hand (Nó Escorregadio)
Homens altos e corpulentos são fãs deste nó, fácil de fazer, que se molda ao corpo e cabe em qualquer colarinho.
Siga essas 8 dicas para que você dê seus primeiros passos – com efetividade, é claro – nas próximas vezes em que uma ocasião social ou profissional exigir o uso da gravata. Mas depois crie ou escolha seu próprio estilo!
1. Acerte nos componentes: Para não errar, nas situações em que você acha necessário usar uma gravata, use também o sapato social, o terno e a camisa de manga comprida. Outras combinações são até possíveis, mas não são para principiantes.
2. O mix correto: Você pode usar uma gravata “diferente” (estamos falando de cores, e não em estampas do Mickey aqui…) se quiser passar uma mensagem – ela não precisa combinar com as cores da roupa. Mas se estiver em dúvida, combine a cor da gravata primariamente com a do terno, e faça contraste com a cor da camisa.
3. Acerte o comprimento da gravata: Quando você estiver de pé e relaxado (na postura com que você caminha), a ponta da gravata deve tocar ou no máximo cobrir a fivela do seu cinto. Abaixo ou acima disso você vai chamar a atenção de forma negativa. Dê uma olhada em algum filme antigo dos Trapalhões e você vai entender.
4. Não se aperte: em geral, a sensação de aperto no pescoço quando se usa gravata não é causada pelo nó da gravata, mas sim pelo colarinho mais apertado do que devia. Para evitar, escolha bem as suas camisas! Quem usa colarinho número 5 em geral consegue abotoar os colarinhos número 4, mas aí passa o evento inteiro sofrendo. Outra dica é caprichar no barbear, e sempre com alguma antecedência.
5. A gravata vem por último. Coloque-a só depois de já ter vestido e ajustado todas as demais peças, incluindo as que são essenciais para a própria colocação da gravata (camisa, calça e cinto).
6. Escolha boas gravatas. As mais formais são lisas (sem estampa ou padrão) e escuras. As de melhor qualidade costumam ser 100% seda. Para não errar, você pode usar sem medo também as de listras coloridas (geralmente diagonais), e as de padrões repetidos (bolinhas, texturas…) – mas neste caso, quanto menor o detalhe do padrão, melhor.
7. Não compre gravata de nó pronto: Aquelas gravatas com zíper podem parecer muito práticas, mas você não tem como ajustar a altura delas, elas estragam facilmente, e simplesmente não causam o mesmo efeito. Da mesma forma, não guarde a gravata sem desfazer o nó.
8. Você não precisa de um prendedor de gravatas: a não ser que você almoce sopa todos os dias ou trabalhe em um farol, esqueça o prendedor – deixou de ser um acessório comum há muito tempo. Mas você pode usar, se desejar muito – neste caso, prenda-o 20 cm acima da ponta da gravata, e não deixe de prender na camisa também.
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